Postado em 27 de março de 2015 por Lu Bento

 

Hoje é dia nacional do circo. E pensar em circo é logo ser remetido à tão clichê e ao mesmo tempo verdadeira expressão “a magia do circo”. E como o circo tem esse poder de encantar a todos!

circo tradicional
Sei que fui ao circo quando era criança mas não me lembro bem como foi. Naquela época, quanto tinha um circo por perto ele ia nas escolas fazer divulgação e vender ingressos. Meus pais contam que na última vez que fomos ao circo a leoa tava bem revoltada com as condições de trabalho dela e não tava muito disposta a obedecer o domador. Com razão! Muita maldade manter animais no circo, obrigando-os a se exibirem pras pessoas, a realizar “truques” que lhes foram ensinados se utilizando de toda sorte de maldades além das condições precárias em que eles vivem, em pequenas jaulas sendo transportados pra lá e pra cá. Vivem não, viviam porque finalmente isso acabou.

Como também estão acabando muitas outras coisas: palhaço, equilibrista, malabarista, mágico… o artista circense está cada vez mais multifuncional. Ele precisa se equilibrar na corda, jogar as bolinhas pro alto enquanto faz palhaçada ou o show não será bom o suficiente para o público.A platéia espera por uma mega estrutura de som e iluminação, uma apresentação estilo Cirque du Soleil ou esses mega shows de ilusionismo de Las Vegas. Aquele modelo de circo simples, com um profissional apresentando especificamente seu talento ficou no passado. O malabarista está no sinal. O palhaço virou (ou voltou a ser) clown e ficou mais melancólico. Ou seja, muita coisa mudou.

No circo com as curicas

NaFebril - Circo Crescer e Vivers últimas férias fomos ao circo. Acho que o circo tem muito a ver com as meninas, e eu sempre tenho a sensação que quando elas crescerem vão colocar a mochila nas costas e vão embora viajar o mundo com o circo. Principalmente Isha Bentia. Ela tem uma quedinha pro brincadeiras com saltos, cambalhotas e escaladas. Adora pintar um nariz de palhaço com qualquer creme que estiver a mão. E ama quando o pai a vira de cabeça pra baixo, a carrega de maneira inusitada ou a coloca bem no alto. Enfim, eu queria muito que ela conhecesse um circo de verdade e aproveitamos que tinha um bem próximo ao nosso hotel para levá-las.

Vimos o espetáculo Febril, da Companhia de Circo Crescer e Viver. Foi lindo! No começo achei que seria muito complexo pra ela. Não tinha aquela definição de que “esse é o palhaço, esse é o malabarista”. As apresentações compunham uma narrativa. Depois percebi que ela acompanhava tudo do jeito dela, no tempo dela, conseguindo até acompanhar a narrativa em alguns pontos. Aí vi que tava valendo a pena pra ela.

Medo, surpresa, encantamento, admiração. Tudo isso eu vi no rostinho da curica durante os 90 minutos de espetáculo. Foi uma experiência muito legal. Depois disso, Isha Bentia ainda continuou falando sobre o circo por mais alguns dias, sinal de que foi uma experiencia que a marcou de alguma forma.

JojoCircus - desenho animado sobre circoComo eu disse, foram 90 minutos de espetáculo, e Mini Bentia com menos de 1 ano. Fiquei preocupada dela se cansar de estar lá. Que nada! Mini Bentia dormiu (com o peito na boca) quase que o tempo inteiro da apresentação. Acordou, olhou com atenção aquele monte de gente subindo uns nos outros e voltou pro peito e dormiu. Por enquanto sua experiência com o circo tem sido ver JoJo Circus com a irmã na TV ou alguma festinha de coleguinha com o tema circo.

menina negra fantasiada de palhaça
Enquanto não vamos ao circo novamente, curtimos a magia do circo com nossas fantasias de palhaços (saímos fantasiadas de palhacinhas neste carnaval), com as brincadeiras de se equilibrar no canteiro do jardim do prédio e principalmente nas brincadeiras de circo em casa, quando o papai faz um monte de acrobacias com as curicas e Isha Bentia grita feliz “Circo!!”.

 

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