Postado em 14 de abril de 2018 por Lu Bento

As meninas estão estudando na escola o Sistema Solar. E isso trouxe o tema para o nosso cotidiano. Todos o dias elas chegam com novidades e contam sobre os planetas e suas novas descobertas. Lógico que o nosso olhar também ficou direcionado a temas que se relacionavam ao novo interesse delas. Hoje eu compartilho com vocês nossas viagens pelo tema Universo.

 

Desevendando o Sistema Solar

Livro: Sistema Solar – uma exploração visual dos planetas, das luas e de outros corpos ceestes que orbitam nosso Sol

Autor: Marcus Chown

Editora: Blucher

Sinopse:

Nunca antes as maravilhas do Sistema Solar – seus planetas, planetas anões, o Sol, as luas, o cinturão de asteroides e o Cinturão de Kuiper – foram tão acessíveis aos leitores de todas as idades.Começando com uma visão geral fascinante e depois em uma organização por planetas ordenados de acordo com a distância do Sol, “Sistema Solar” nos leva em uma viagem pelo tempo e espaço com direito a um lugar na primeira fileira para testemunhar o nascimento explosivo do Sistema Solar, uma viagem em direção (e depois em profundidade) a cada um dos seus oito planetas, e uma exploração igualmente profunda dos asteroides e cometas.

 

Esse livrão não é propriamente para crianças pequenas, mas é um material maravilhoso sobre o sistema solar. Assim que bati os olhos nele na #feiradolivrodaunesp fiquei encantada.
É um livro com muitas fotos, imagens fornecidas pela NASA  que forma captadas por sondas de exploração ou criadas em programas específicos a partir dos conhecimentos científicos que já existem sobre os planetas.
Uma leitura de referência impressionante, que diverte e educa, além de estimular a curiosidade e o gosto pela ciência. Ele consegue equilibrar muito bem informações mais gerais com outras muito específicas e aprofundadas sobre o universo. Gostei muito dessa obra, uma importante referência para quem quer aprender sobre esse tema.
Fiz questão de comprar um livro assim, que fosse bem mais aprofundado do que se espera para crianças da idade das curicas porque eu e meu irmão tivemos um desses em nossa infância. Era um livro de quando a minha mãe era criança ( imaginem o quanto ele estaria defasado agora!) e a gente amava andar com ele pra cima e pra baixo.
Meu irmão viviam com o livro, perguntando pra os meus pais sobre os planetas, explorando as imagens e se divertindo em imaginar o espaço. Meu irmão tinha a idade que a Isha Bentia tem hoje. Me deu uma tristeza lembrar do livro e ter mais ele aqui pra ver com elas, mas lembro que doamos ele pra uma biblioteca numa grande leva de doações de livros que fazíamos de tempos em tempos. Infelizmente nem sei o nome da coleção para tentar achar a foto da capa na internet.
Lembro desse livro com muito carinho, uma das minhas melhores lembranças sobre livros na infância, e do fascínio que o universo me causava. E ainda causa. Ver que somos tão pequenos diante de tudo que está lá no alto, ver como tudo funciona de uma maneira sincronizada e harmônica, ver que a vida é um ciclo, não importa se você é uma estrela, um ser humano ou um micróbio.
Esse livro do Sistema Solar é o nosso queridinho da vez, resgatando memórias afetivas e nos ajudando a construir outros momentos que, espero, fiquem guardados nas lembranças das meninas.

Pra não ficar só no que eu tô falando, vocês podem ver uma amostra do livro ou acessar a navegação online por ele no site da editora. 🙂

 

Uma Viagem pelo Espaço

Livro: Uma viagem pelo espaço

Autor: John Haslam e Steve Parker

Editora: Queen Books

 

Sinopse:

Você já se perguntou o que tem no espaço? Embarque nesta viagem pelo sistema solar e além dele para descobrir os segredos do nosso incrível universo. A sobrecapa vira um lindo pôster!

 

Como eu buscava livros que fossem acessíveis para elas, tratei de arrumar também infantil sobre o espaço. Esse aqui, além de trazer ilustrações fofas, é repleto de curiosidades sobre o espaço, tudo utilizando uma linguagem simples e voltada para crianças.  O tema espaço chegou pra elas através das figuras de afeto da escola, que estavam viajando pelo espaço. Então um livro sobre viagem espacial veio bem a calhar.

Ele também vem com o poster bem bonitinho com os planetas do sistema solar, e foi uma delícia ver a Mini Bentia abraçada com o livro e reconhecendo Vênus, o planeta da turma dela na escola.  Ter uma opção mais adequada à idade delas foi uma forma de manter acessível o conhecimento. A mesmo tempo que eu quero estimular a pesquisa e a curiosidade delas com o livro mais científico, quero também que elas sintam que esse conhecimento é acessível a elas, que esse assunto pode e deve ser explorado por elas a partir dos conhecimentos que elas possuem hoje.

Lemos juntos, conversamos sobre os planetas e vamos compartihando e construindo conhecimentos. Essa aventura espacial tem sido um momento especial em família, e cada vez que elas chegam com um “mamãe, você sabia que…” eu fico encantada com a quantidade de coisas que as minhas meninas estão aprendendo todos os dias.

 

Falar sobre ciência em casa é uma forma de estimular as meninas a se interessarem por temas que ainda são pouco explorados por pessoas negras. Quantos cientistas negros brasileiros conhecemos? Somos de humanas e pra gente é muito mais natural falar sobre outros temas que não envolvam tantos números e cálculos. Então ter a oportunidade de pensar astronomia com elas tem sido maravilhoso para nos tirar da zona de conforto e fornecer a eles outros refereciais, diversificando os estímulos. Além disso, o tema espaço e muito apresentado para meninos, como se desbravar o universo fosse uma atitude masculina. Então a gente aproveita pra romper com essa visão sexista e, quem sabe, plantar a sementinha de novas astronautas por aí…

 

 

 

 

 

 

 

Postado em 8 de março de 2018 por Lu Bento

Olá Essa lista só tem filmes leves e divertidos. Lógico, pode ser que role uma ou outra cena com uma carga emocional mais forte, mas geral, assisto filmes que me divertam e não me façam pensar. Quero só relaxar e curtir, já problematizo em outras dimensões da minha vida, quando paro pra ver um filme quero só dar umas risadas e esquecer os problemas da vida, mesmo quando eu acabo problematizando e tento um olhar crítico sobre o temas. Então vamos a nossa listinha de filmes sobre mães disponíveis na Netflix!

Clube das mães solteiras

Pense num filme leve e divertido? Clube das mães solteiras é aquela filme pra uma sessão da tarde com pipoca e refrigerante no seu dia de folga das crianças. Porque a principal mensagem do filme é: cuide de você. Não dá pra cuidarmos dos outros se não conseguimos cuidar minimamente de nós mesmas. E o filme mostra muito isso e como a vida dessas mulheres que são as principais ( se não as únicas!) cuidadoras dessas crianças que enfrentam dificuldades na escola.

Diversão com um toque de reflexão, principalmente pela disparidade das situações das mães solteiras brancas e negras.

Sinopse:

Cinco mães solteiras de origens diferentes são unidas por um incidente na escola dos filhos. Enquanto tentam lidar com os desafios diários, elas criam um grupo em que encontram apoio e momentos de diversão.

 

Trailler:

Perfeita é a mãe

Um filme que busca desconstruir a ideia de mãe perfeita. Ao mostrar as opressões que o modelo de super maternidade gera nas mulheres comuns e nas que não se enquadram nos padrões, o filme traz uma discussão muito boa sobre o que é ser uma boa mãe. E essa disputa entra a “mãe perfeita” e a ‘”menas main” é propagandeada pela mídia até hoje.  Por mais que a gente tente fugir, essa questão é muito presente no universo materno.

Para fazer graça, o filme faz questão de estereotipar as práticas maternas colocando-as em categorias bem caricatas “as mães naturebas”, “as mães esportistas”, “as mães lésbicas” , “as mães afro-descendentes”. Me incomodou a força do rótulo porque, na realidade, a carapuça serviu e quando acontece isso a gente sempre para pra pensar sobre as nossas práticas.

Mas mesmo com essas farpadas, o filme continua sendo uma ótima opção de diversão para mães, e o sucesso de público possibilitou a continuação da história com o filme Perfeita é a Mãe 2.

 

Sinopse:

Amy tem um bom casamento e sucesso na carreira. Aparentemente, sua vida é perfeita. Porém, ela acaba se cansando das obrigações e do estresse do dia a dia, e, em companhia de três mulheres que vivem a mesma situação, vai em busca de sua liberdade.

 

Trailler:

Ele tem seus olhos

Um filme sobre adoção no qual um casal negro adota um bebê branco. Só esse argumento totalmente improvável na realidade brasileira já me deixou super curiosa com o filme. Pensar a adoção como um amor incondicional no qual os adotantes amam o filho adotado sem se importar com sexo, raça ou origem é algo muito bonito e altruísta.

O filme me trouxe várias questões sobre adoção interracial e sobre como as pessoas tentam fazer parecer um preconceito racial um candidato à adoção que não esteja aberto a interrracialidade.

Provocativo e inteligente,  esse filme predeu minha atenção pela proposta inusitada e pelos dilemas que trouxe. Mas me divertiu mesmo por como conduziu o enredo e pelo lindo desfecho.

 

Sinopse:

Paul é casado com Sali. Tudo seria melhor na vida deles se pudessem ter um filho. Um dia Sali recebe o telefonema que estavam esperando por tanto tempo: a adoção foi aprovada. O bebê é adorável, tem 6 meses, ele é loiro de olhos azuis… ele é branco, eles são negros. Para a família de Sali, um choque!

trailler:


Então, esses são alguns dos muitos filmes sobre mães na Netflix. Já assistiram algum desses? Me conte aí… até a próxima!

Postado em 30 de setembro de 2017 por Lu Bento

Estreou ontem na Netflix um dos meus desenhos favoritos dos anos 90, O ônibus mágico. Esse desenho maravilhoso sobre um grupo escolar que aprende sobre ciência viajando em um ônibus mágico e descobrindo as respostas para suas perguntas através da experiência.  Com qualquer produção que busca tornar a ciência mais atraente para as crianças (e pessoas em geral), o desenho foca muito na prática, na compreensão dos fenômenos naturais através da experiência, bem diferente do que as escolas reais fazem, focando principalmente na teoria.

A versão atual do desenho, produzida e transmitida pela Netflix, mantém  o formato de começar a exploração científica a partir de um questionamento de uma das crianças. A professora Frizzle conduz as crianças em uma aventura de aprendizado, onde várias coisas mágicas acontecem e as crianças vão construindo o conhecimento a partir disso. Com a devida atualização tecnológica ( a versão antiga falava em disquetes nos computadores, por exemplo), a série volta com 13 episódios de 25 minutos, um bom tempo para  desenvolvimento de uma história completa sem perder o foco e a atenção das crianças.

Um dos primeiros desenhos animados preocupados com a diversidade e com a representação positiva das diferenças, o grupo de alunos é composto por meninos e meninas de diferentes origens étnicas e personalidades, formando o equilibrado ecossistema onde todos têm um papel importante. Isso é incrível em termos de identificação, principalmente porque a cada episódio criança se torna protagonista, dando destaque para sua personalidade. É um desenho que não hierarquiza as crianças, onde os pretos não estão lá apenas para ser “o melhor amigo do protagonista branco”.

O desenho original foi inspirado em uma série de livros (livros, sempre eles!) escritos por  Joanna Cole  e ilustrados por Bruce Degen qu chegaram ao Brasil através do selo Rocco para jovens leitores. Infelizmente não conheço os livros, mas o desenho animado é incrível e acho uma boa forma de estimular a curiosidade dos pequenos sobre ciências.

Assisti os dois primeiros episódios com a Mini Bentia, mas pra crianças de 3 anos o desenho não é tão interessante ainda. Agora estou assistindo os demais episódios com a Isha Bentia, de 5 anos, e ela parece bem mais interessada em descobrir como as coisas funcionam. De minha parte, vou aproveitar pra fazer também uma maratona dos episódios da primeira versão, as 4 temporadas também estão disponíveis na Netflix!

Postado em 4 de agosto de 2017 por Lu Bento

Esse ano finalmente fomos pra Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty.  Eu sempre paquerei o evento, mas nunca tínhamos nos organizado pra ir. Esse ano, logo em janeiro eu comecei a pesquisar casas pra alugar  e curtir Paraty com toda a família. Mas logo meu plano miou, meus pais não poderiam ir, talvez meus sogros também não fossem e eu achei que talvez não fosse a hora de gastarmos uma grana. Já estava ficando frustrada por mais um plano fracassado, quando eu me dei conta que passarei grande parte das minhas férias viajando sozinha e que eu precisava desse momento de descanso e lazer com eles.

Encontrei uma pousada próxima ao centro histórico, fiz a reserva por impulso e pronto: comuniquei ao marido que nós íamos passar uma semana em Paraty e curtir a Flip. Ele topou, na hora não parecia tão interessado em curtir a programação do evento, mas já tínhamos feito uma viagem de férias em família pra lá em 2014 e provavelmente ele achou uma boa ideia voltarmos pra cidade.

O plano era chegar em Paraty na quarta, fazer um passeio de barco com as meninas e depois ficar por conta da programação da Flip. Me preparei pra assistir todas as atividades possíveis, tanto na programação oficial, quanto na diversas programações paralelas. Estava tudo planejado. E obviamente, deu tudo errado. Que bom!

Acabamos indo pra região de Paraty dois dias antes, já que estávamos interessados em conhecer também a vila de Trindade e eu não abria mão de nenhum dia da programação da Flip.  Demos uma passada rápida no Rio pra ver os parentes e de lá partimos pra estrada rumo a Trindade. A ideia inicial era ficarmos em uma pousada mais simples, mas na hora de fechar e reserva eu já tinha chutado o balde das preocupações e estava disposta de ter férias de verdade, e acabamos ficando em uma pousada de frente pro mar.  Que lugar lindo! Não poderíamos ter feito escolha melhor.

Dias 1 e 2 – Trindade

A primeira reação de Mini Bentia foi perguntar à moça da pousada que nos recebeu se a praia ela dela e se ela ia P_20170724_153802emprestar pra gente. A moça, muito simpática, disse que a praia era de todo mundo e que a gente poderia usar quando quisesse. Mini Bentia ficou louca de alegria. Aquela liberdade era tudo que ela mais queria e mas me preocupava. Por alguns minutos me arrependi de ter escolhido esse lugar. Mas aos poucos ela entendeu que não poderia ficar indo pra praia sozinha e eu pude relaxar um pouco. Também, com aquela vista e o barulho do vai e vem do mar  não tem como ficar estressada.

Os dias em Trindade foram de praia, boa comidade e pura curtição em família. Tudo que a gente precisava. Fizemos um breve passeio de barco até as piscinas naturais do Cachadaço  e, pra  nossa sorte, e maré tava muito baixa e a região estava bem rasinha, perfeita pra curtição com crianças. Elas se acabaram de tanto brincar  na praia! Se a viagem terminasse ai já tinha valido a pena pra todos nós. Trindade tem aquele clima gostoso de vila de pescadores bem pequena, onde todo mundo se conhece e nos passa a sensação de que não precisamos de muita coisa pra viver. Não conseguimos fazer os passeios mais adultos, como conhecer as cachoeiras ou fazer algumas trilhas, mas valeu pela tranquilidade do lugar e pela oportunidade de estarmos juntos, nos curtindo.

No último dia em Trindade ficamos curtindo nossa praia particular. Aproveitei pra ver o nascer do sol e fazer minha meditação na praia. Que vontade de largar tudo e ficar morando lá sempre. Aliás, cada vez que eu vou pra um lugar onde o ritmo de vida é mais tranquilo fico morrendo de vontade de mudar pra lá de vez. Sinal que o agito da vida em São Paulo já não está tão interessante pra mim, tenho desejado cada vez mais um ritmo de vida mais lendo, onde posso curtir mais o momento presente. A vibe tava tão gostosa em Trindade que acabei escrevendo algumas poesias e reacendeu minha vontade de escrever que andava meio abandonada.

P_20170725_103737-COLLAGE

Dias 3, 4 e 5 – FLIP

Depois de 2 dias nesse paraíso, fomos pra Paraty com o coração  mas também empolgados com a nova etapa das nossas férias. Ficamos em um hostel bem ruinzinho e essa queda no padrão nos deixou um pouco chateados. Mas as pessoas do lugar eram muito simpáticas e a gente mal ficava no quarto, então acabou valendo a pena. Passeamos por Paraty relembrando os locais conhecidos na primeira vez e conhecendo os espaços onde aconteceriam as atividades que gostaríamos de acompanhar.

P_20170726_154626Quando a Flip começou pra valer a minha ficha caiu: seria impossível acompanhar a programação com duas crianças loucas pra se divertir. No começo fiquei decepcionada, porque eu queria muito assistir várias da mesas programadas. Mas estávamos em clima de férias né? E férias em família tem que ser legal pra toda a família. Então mudei meus planos e foquei na programação infantil. Fiquei bem decepcionada com a programação oficial, que se resumia em uma grande tenda com livros infantis para os pais lerem com a crianças. Bem sem-graça. Com a grana envolvida dava pra fazer atividades bem melhores pra crianças. A maioria das casas do circuito paralelo também não contemplava a infância. E olha que tinha muita criança por lá.

Acabamos curtindo muito a programação do SESC, que tinha contação de histórias todos os dias e uma intensaP_20170730_104750_BF programação infantil. Todo o dia a gente dava uma passadinha por lá e as meninas ficam um tempão lendo e brincado com as educadoras de lá. Uma das atividades, a contação de histórias da Cia Alcina da Palavra, foi um bálsamo de africanidade em meio a tantas atividades que não pensavam em representatividade e diversidade na infância. A Flipinha tava cheia de livros de Monteiro Lobato disponíveis pra leitura, como se o grande mestre da literatura infantil não fosse um grande racista. Além de Lobato, alguns livros de qualidade duvidosa também estavam expostos lá.

Outro espaço que vale a pena destacar foi a Casa do Papel. Lá as meninas fizeram uma oficina de encadernação super bacana, e  Isha Bentia ficou concentradíssima produzindo seu cartão flag card. Mini Bentia dispersou bastante, normal pra uma criança de 3 anos que não gosta muito de atividades calmas, mas o pessoal de lá foi bem bacana e me ajudou a acompanhar as duas na atividade. Saímos de lá com dois lindos cartões e duas crianças felizes e orgulhosas dos seus feitos.

Pra não dizer que eu não fiz nada por mim na Flip. participei de uma gincana bem louca da Publishnews, fiquei em segundo lugar  e acabei ganhando uns 15 livros. Foi bem divertido e uma oportunidade de conhecer mais sobre o mercado editoral, possibilidades de publicação e várias pessoas incríveis na Casa da Publishnews. E as meninas, que não são bobas nem nada, fizeram amizade com a representante do SESI-SP editora e ganharam 2 livros maravilhosos (falarei sobre eles no instagram, corre lá!).

P_20170727_122304-COLLAGE

 

Dias 6 e 7 – Paraty

P_20170730_080159Nos últimos dias decidimos trocar do hostel por uma pousada e fomos pra um lugar mais confortável. Quarto com espaço, banheiro sem janelão pra rua e diversões pras curicas. A gente merecia um descanso antes de voltar pra rotina.  Mais uma vez, pudemos diminuir o ritmo e simplesmente curtir o dia. As meninas estavam loucas por um hotel com piscina, e mesmo com a água super gelada criam coragem pra entrar. Até Mini Bentia, a rainha do banho quente, topou entrar na piscina gelada.

Pra fechar a viagem, almoço à beira mar, caminhada de despedida pela cidade e muitas fotos. Paraty continua sendo nosso destino favorito de férias e  já estamos sonhando com a volta em 2018.

Voltamos pra São Paulo felizes por dias incríveis que vivemos juntos, por tantas alegrias e experiências gostosas durante a Flip.

Postado em 21 de fevereiro de 2015 por Lu Bento

O desenho é: Milly e Molly

Milly e Molly
Milly e Molly são duas garotinhas de 8 anos que juntas se divertem e ajudam as pessoas. Gosto do desenho porque ele sempre trás uma mensagem positiva, as meninas são bem comportadas e gostam de ajudar as pessoas. O mote do desenho é o respeito à diversidade. É aquele desenho bom pra gente assistir junto com as crias e ficar elogiando a personagem pela boa ação dela pra estimular a cria a fazer o mesmo ou pelo menos pra reafirmar valores positivos.

Não vejo nenhuma diferenciação entre as duas protagonistas, tanto a Milly (negra) quanto a Molly (branca) tem o mesmo destaque e importância na história. Ah, não dá pra deixar de notar que Milly tem um belo black, o que é super importante em termos de representatividade. As duas tem “cara de desenho”, então não dá pra perceber traços fenotípicos negros na Milly.

O desenho é inspirado em uma série de livros que eu ainda não tive o prazer de ler, mas que devem ser bem interessantes a julgar pelas resenhas que vi sobre eles.

Veja mais em Literatura


Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/amaepreta/www/wp-content/themes/AMP/footer.php on line 63